Quando um colaborador pede demissão ou é desligado, o custo vai muito além da rescisão. Somam-se despesas de recrutamento e seleção, tempo de treinamento do substituto, queda de produtividade durante a curva de aprendizado e a perda de conhecimento acumulado. Estimativas de mercado apontam que esse conjunto pode chegar ao dobro do salário anual da posição.
O turnover elevado costuma ser sintoma, não causa: ambientes com liderança despreparada, falta de reconhecimento, comunicação falha e ausência de perspectiva de crescimento perdem talentos de forma recorrente.
Empresas que medem e acompanham indicadores de clima, conduzem entrevistas de desligamento e investem no desenvolvimento de líderes reduzem a rotatividade de forma consistente — e colhem os resultados em produtividade e engajamento.
💡 Na prática: acompanhar o turnover mês a mês, por área e por gestor, é o primeiro passo para descobrir onde estão os focos de perda de talentos.
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